Terça-feira, Abril 28, 2009

Um modelo de estrutura organizacional para a Análise do Comportamento brasileira



Domingo, Abril 26, 2009

O tempo que perdemos...

Não são poucas as vezes que nos deparamos com discussões infrutíferas na Psicologia. A inoperância de discussões infrutíferas já foi apontada pelos filósofos norte-americanos criadores do pragmatismo Charles Peirce (1839 -1914) e William James (1842 - 1910 ) durante a segunda metade do século XIX e início do século XX.
James (1974 apud Baum, 1999) indica algumas questões que nos levam a argumentos infindáveis e sem resultados satisfatórios: “O mundo é único ou múltiplo? - predestinado ou livre? - material ou espiritual?” - algumas dessas noções podem não se mostrar adequadas; e as discussões a respeito são infindáveis. O método pragmático nesses casos é tentar interpretar cada noção identificando as respectivas conseqüências práticas. Que diferença prática faria a alguém se esta noção, e não aquela fosse verdadeira? Se nenhuma conseqüência prática pode ser identificada, então as alternativas significam do ponto de vista prático a mesma coisa e toda a disputa é inútil. Sempre que uma disputa for séria, devemos ser capazes de mostrar a diferença prática de um ou outro lado estar certo”

Muitas das vezes somos levados por colegas Psicólogos a adentrarmos essas discussões nos mais variados tipos de ambientes (salas de aulas, eventos científicos, grupos de discussões, comunidades de relacionamento virtual, programas de mensagens instantâneas...). A participação de Analistas do Comportamento/Behavioristas Radicais nessas discussões é comum e um grande exemplo de como os espaços formados pelos Psicólogos nos influenciam: operamos no meio mas ele também opera sobre nós...

Discussões infrutíferas não são aquelas que “travamos” como os nossos colegas de outras abordagens com o objetivo de entendermos conceitos alheios ao Behaviorismo Radical. Pelo contrário essas discussões são saudáveis. Assim como devemos conhecer um pouco da Economia, do Direito, da Sociologia e de outras ciências não acho demais procurarmos entender a repertórios verbais que controlam o comportamento dos nossos colegas na Psicologia e conseqüentemente o comportamento dos seus clientes e ouvintes. Essa compreensão é muito importante para trabalharmos em grupo e compreendermos o contexto que nos envolve.

Dittrich (2005) afirma que “pode-se, contudo, questionar a própria utilidade das tentativas de oferecer interpretações behavioristas radicais para termos incomuns a esta filosofia. Especialmente no caso de termos caros às tradições mentalistas, não estariam o behaviorista radical desperdiçando seu tempo na empreitada - ou, ainda pior, aproximando o behaviorista radical das próprias tradições que critica?Algumas objeções a esta posição podem ser levantadas. O behaviorista radical não abandona sua especificidade epistemológica ao analisar conceitos estranhos à sua filosofia - pelo contrário, ao demonstrar o poder interpretativo do behaviorismo radical, ele o fortalece dando prova da fertilidade desta posição filosófica. Suponhamos por exemplo que um estudante de psicologia pergunte ao behaviorista radical o que ele tem a dizer sobre o tema 'subjetividade'. Qual resposta seria mais interessante: rechaçar o aluno, afirmando que o behaviorismo radical “não trabalha com a subjetividade”, ou explicar que o behaviorismo radical apresenta uma interpretação alternativa - e potencialmente mais produtiva - em relação a este conceito? O mesmo vale para as relações do behaviorista radical com os filósofos e psicólogos de outras extrações teóricas. Por definição, a ampliação do vocabulário do behaviorista radical amplia também suas possibilidades de diálogo - e o debate com representantes de outras teorias pode ser um exercício saudável e produtivo, desde que a coerência epistemológica seja sempre observada.”

Discussões infrutíferas são aquelas que não provocam nenhuma conseqüência prática importante para os Analistas do Comportamento, que não influenciam de forma nenhuma na organização, promoção e desenvolvimento da Análise do Comportamento dentro da academia, que não ajudam na compressão do Behaviorismo Radical pelos leigos no assunto.

Carmo e Batista (2003) afirma em relação á Análise do Comportamento que “nestes setenta anos de empreendimento científico, muito conhecimento foi acumulado. Sabe-se como construir melhores escolas, melhores hospitais, melhores sistemas de trânsito. Sabe-se muito sobre o comportamento dos organismos e particularmente sobre o comportamento da espécie humana. Porém, ainda não se sabe como comunicar conhecimentos para outras comunidades de cientistas e, principalmente, para as comunidades que poderiam aplicar aquilo que se sabe: professores, pais, líderes comunitários, administradores, assistentes sociais, agentes prisionais, juizes, enfermeiros, engenheiros, etc. ”

Discussões infrutíferas são aquelas advindas de alguma provocação deliberada - e claramente perceptível - por colegas Psicólogos que são armadilhas que muitos de nós caem facilmente. Muitas dessas discussões ocorrem nos espaços de comunicação, formação e trabalho dos Psicólogos.

Carmo e Batista (2003) afirma que “antes de se pretender empreender alguma mudança social, é necessário começar a tentar mudar as próprias posturas. Por exemplo, perante a reação dos interlocutores do analista quando, ao interagirem, eles demonstram não compreender o que lhes é comunicado. Manter-se-á o analista enclausurado em sua comunidade verbal e, assim, irredutível quanto à possibilidade de usar uma linguagem acessível a ouvintes que extrapolam essa comunidade, para que, assim, com competência, divulgue seus conhecimentos? Ou, pelo contrário, aceitará o analista o desafio de se comunicar com os não-analistas de forma compreensível, sem comprometer o caráter científico da terminologia da Análise do Comportamento?”

Skinner (1957) afirmou que “os homens agem sobre o mundo, modificam-no e, por sua vez, são modificados pelas conseqüências de sua ação”. Me pergunto quando iremos parar de participar desses tipos de discussões e realmente agirmos sobre o mundo com o objetivo de fornecer á sociedade os conhecimentos e possibilidades tecnológicas da Análise do Comportamento.


BIBLIOGRAFIA


BAUM, Willian M. Compreender o behaviorismo: ciência, comportamento e cultura. Porto Alegre: Editora Artes Médicas Sul, 1999.


CARMO, João dos Santos; BATISTA, Marcelo Quintino Galvão. Comunicação dos conhecimentos produzidos em análise do comportamento: uma competência a ser aprendida?. Estud. psicol. (Natal), Natal, v. 8, n. 3, Dec. 2003 . Available from . access on26 Apr. 2009. doi: 10.1590/S1413-294X2003000300017.


DITTRICH, Alexandre. Subjetividade e cultura no Behaviorismo Radical. Sobre comportamento e cognição: expondo a variabilidade.Org. Hélio José Guilhardi, Noreen Campbell de Aguirre. 1ª ed.v.15. Santo André, SP: ESETec Editores Associados, 2005.


Anderson de Moura Lima

Universidade Estadual do Piauí

Segunda-feira, Março 16, 2009

Melhorias no tratamento do Autismo na cidade do Rio de Janeiro

No dia 23 de Novembro de 2007 a Câmara de Vereadores da cidade do Rio de Janeiro aprovou a Lei do Autismo (Lei nº 4.709 de 23 de Novembro de 2007) de autoria do vereador Márcio Pacheco - agora novo secretário municipal da Pessoa com Deficiência da cidade do Rio de Janeiro. No Brasil foi a primeira vez que uma norma foi criada especialmente para a regulamentação do tratamento do autismo dando direito a milhares de pessoas que antes não tinham acesso a um tratamento público, direcionado e eficaz. Lei que inclusive, servirá de referência para os demais municípios e estados brasileiros e quem sabe até mesmo para o governo federal.

Familiares, professores e especialistas que lidam com essa questão - dentre eles médicos e psicólogos - sabem que pessoas portadoras de autismo devem ter tratamento direcionado e muito eficaz que permita uma posterior inclusão dos mesmos nas escolas de ensino regular e nos ambientes formais de trabalho possibilitando uma vida mais independente e relações mais sólidas com familiares, amigos, professores e colegas de trabalho.


Dentre os tratamentos que deverão ser oferecidos destaco o que as pessoas rotineiramente chamam de ABA ( do inglês applied behavior analysis) é conhecido pelos especailistas da área como Análise Comportamental Aplicada.


A Análise Comportamental Aplicada é uma tratamento extremente eficaz para o Autismo. Abaixo listo uma série de estudos que comprovam a eficácia desse tipo de tratamento:


• Behavioral Treatment and Normal Education and Intellectual Functioning in Young Autistic Children. Ivar O. Lovaas. Journal of Consulting and Clinical Psychology, 1987. Vol. 55 (1), páginas 3 - 9. Este conhecido estudo mostrou que, de 19 crianças pequenas participantes de um programa de ABA por dois anos, 47% atingiram funcionamento intelectual e escolar normais, com QIs dentro da faixa do normal. No grupo controle (que não recebeu a terapia ABA intensiva), somente 2% das crianças conseguiram atingir funcionamento intelectual e escolar normais.


• Age at intervention and treatment outcome for autistic children in a comprehensive intervention program. Edward Fenske, Stanley Zalenski, Patricia Krantz, Lynn McClannahan. Analysis and Intervention in Developmental Disabilities, 1985, vol. 5 (1-2), páginas 49-58. Este estudo, realizado no Princeton Child Development Institute, comparou resultados do tratamento em crianças incluídas em um programa amplo de intervenção antes e depois dos 5 anos de idade: 6 das 9 crianças que entraram com menos de 5 anos tiveram resultados positivos, enquanto 1 entre 9 das crianças incluídas com mais de 5 anos conseguiu o mesmo resultado.


• Long Term Outcome for Children with Autism Who Received Early Intensive Behavioral Treatment. John McEachin, Tristram Smith, Ivar Lovaas. American Journal on Mental Retardation, 1993, vol. 97 (4), páginas 359-372. Este é um seguimento do estudo original de Lovaas (acima), que reporta que o grupo experimental (aqueles que receberam terapia intensiva ABA), manteve seus ganhos sobre o grupo controle (aqueles que não receberam terapia ABA intensiva). Os autores concluem que a intervenção comportamental pode produzir ganhos significativos e duradouros para crianças pequenas.


• The Murdoch Early Intervention Program After 2 years. J.S. Birnbrauer. David J. Leach. Behavior Change, 1993, vol. 10 (2) páginas 63-74. Este estudo foi planejado para replicar o programa de Lovaas e concluiu que 4 de 9 crianças (44%) com autismo submetidas ao programa de Lovaas estavam se aproximando dos níveis normais de funcionamento, enquanto 1 de 5 crianças (20%) de um grupo controle (que não recebeu a mesma intervenção) apresentou os mesmos resultados.


• Preschool education programs for children with autism. Sandra L. Harris, Jan S. Handleman, 1994. Este livro revisou 10 diferentes programas de educação pré-escolar e mostrou que mais de 50% das crianças com autismo que participaram de um programa pré-escolar de ABA foram integradas com sucesso em classes regulares.


• Intensive Home-Based Early Intervention with Autistic Children. Stephen R. Anderson, Debra L. Avery, Ellete K. DiPietro, Glynnis L. Edwards et al. Education and Treatment of Children, 1987, vol. 10(4), páginas 352-366. Este trabalho relata a eficácia de um modelo de intervenção na casa das crianças. A maioria do grupo tratado (14 crianças com idade de 18 a 64 meses) apresentou ganhos significativos de linguagem, cuidados pessoais, sociais e acadêmicos.


A Análise Comportamental Aplicada (ABA) deriva da Análise do Comportamento. A Análise do Comportamento é uma Ciência Natural que se divide em três partes: “O seu braço teórico, filosófico, histórico, seria chamado de Behaviorismo Radical. O braço empírico seria classificado como Análise Experimental do Comportamento. O braço ligado à criação e administração de recursos de intervenção social seria chamado de Análise Aplicada do Comportamento”. (TOURINHO, 1999 apud CARVALHO NETO, 2002)


Uma das marcas mais interessante da Análise do Comportamento é sua aplicação que está difundida em vários contextos. Starling (2003) afirma que a Análise do Comportamento é constituída de várias áreas de intervenção: “Da Modificação do Comportamento, da Intervenção Clínica Analítico-comportamental, da Tecnologia do Ensino, da Análise Comportamental das Organizações (Organizational Behavior Management ou Performance Appraisal), da Medicina do Comportamento e da Análise Funcional da Enfermidade (contextos médico-hospitalares) além de aplicações particularizadas, tais como em problemas sociais (Behavior Analysis for Social Action), autismo, engenharia de segurança, marketing, etc.”


Referências Bibliográficas


CARVALHO NETO, Marcos Bentes. Análise do comportamento: behaviorismo radical, análise experimental do comportamento e análise aplicada do comportamento. Interação em Psicologia, 2002, 6(1), p. 13-18.


LEAR, Kathy. Help Us Learn: A Self-Paced Training Program for ABA Part I: Training Manual. Toronto, Ontario - Canadá, 2ª edição, 2004.


STARLING, Roosevelt R. O que é “psicologia comportamental”?Entrevista dada ao Centro Acadêmico de Psicologia da Universidade Federal de São João Del Rey em 2003.


Anderson de Moura Lima (CRP 11ª 04660)

Psicólogo e Professor do Curso de Psicologia da Universidade Estadual do Piauí

Terça-feira, Setembro 30, 2008

Em defesa da diretividade

Glauber Santos Wisniewski
Estudante do curso de Psicologia da Universidade de Fortaleza

O aumento da importância da linguagem dentro das ciências humanas ao longo do século XX culminou no chamado “giro lingüístico”. Essa promoção da linguagem como carro-chefe de muitos estudos contribuiu para a criação de novos conceitos sobre a natureza do conhecimento, novos significados para a realidade, e, principalmente, uma nova concepção da natureza da própria linguagem. Antes descritivo, agora o estudo da linguagem baseia-se em métodos analíticos, com o olhar da filosofia saindo dos estudos de um mundo interior e voltando-se para o mundo “passível de ser objetivado e público das produções discursivas”; o antigo conceito cartesiano de que o discurso é apenas um instrumento para manifestar nossas idéias foi substituído por uma visão de discurso com poder, capaz de alterar a realidade do mundo ao redor do sujeito que se comunica: o discurso (e a realidade) são sociais.

Por ser, portanto, poderoso constitutivo de idéias e realidades e um instrumento de atuação sobre o mundo (o poder da palavra, diriam alguns), o discurso é uma ferramenta crucial dentro da Psicologia. Sem ele é impossível imaginar uma terapêutica em quaisquer abordagens psicológicas. Há, porém, divergências sobre o uso da palavra pelo psicoterapeuta, principalmente no que diz respeito aos usos da palavra na psicologia e a uma diretividade possivelmente abusiva.

É interessante perceber que algumas teorias psicológicas acreditam ser possível uma relação terapeuta-cliente não diretiva, porém não difícil perceber que o próprio comportamento do cliente de freqüentar e não faltar à terapia é mantido por uma operação estabelecedora (uma depressão, por exemplo) diretiva. Não é possível debater sobre um agente interno iniciador que motiva o cliente à psicoterapia, mas sim de contingências ambientais que determinaram seu comportamento.

Ao dirigir-se com simpatia ao cliente, ao tratá-lo com respeito ou simplesmente ao falar com ele, o terapeuta está determinando em parte o comportamento do cliente de ir à terapia mais uma vez ou não. Assim como seus amigos, sua família e até mesmo o funcionamento de seu carro (De Castro et de Rose, 2008).

Portanto, analisada sob essa ótica, a retórica de certos autores soa destinada ao fracasso. Capelo (2000) afirma que o cliente do terapeuta rogeriano está em um processo contínuo de crescimento e que a terapia é mera condição facilitadora, sendo necessário ao terapeuta o respeito a não-diretividade. Não é difícil reparar, porém, que o psicólogo rogeriano facilita um processo no qual ele acredita e espera, alienando seu cliente dos processos que lhe guiam. Um mero “nos vemos próxima semana?” que o terapeuta diga direcionará seu cliente a um fim (no caso, a presença na próxima semana).

É defendida por alguns a tentativa de minimizar a diretividade dentro do processo terapêutico. É complicado afirmar as diferenças nas conseqüências de uma psicoterapia com pouca diretividade em relação a uma abordagem diretiva em algum ponto. Ao contrário do que se pode pensar (Carvalho, 2006), a terapia diretiva (adjetivo desnecessário, já que não se pode pensar em uma terapia não-diretiva) não precisa ser um aconselhamento comparável a auto-ajuda, mas sim uma relação de ética e respeito do terapeuta com o paciente, aonde o cliente apresenta suas queixas, busca as possíveis causas em seu ambiente (sem o uso de constructos apelativos empiricamente inválidos) e trabalha em força conjunta com o terapeuta para buscar formas diretivas de trabalhar determinado aspecto identificado como causador do sofrimento. Pode-se dizer que a terapia é diretiva, mas o caminho que ela toma é determinado pelo cliente em total liberdade de agir e pensar.

Através do raciocínio aqui exposto, é possível compreender a busca pela não-diretividade como a luta de Sísifo contra a montanha. E a tentativa de se fazer uma terapia o menos diretiva possível parece de pouca utilidade prática, já que os resultados dificilmente serão de relevante disparidade quando comparados aos resultados de uma terapia diretiva corretamente aplicada. O cliente não perde sua individualidade e o auto-conhecimento é promovido de forma que o cliente conheça seu potencial de lidar com as variáveis que se encontram no ambiente em que ele vive, possibilitando novas formas de compreender, agir e existir no mundo.


Referências Bibliográficas


CAPELO, F. M. Aprendizagem centrada na pessoa: Contribuição para a compreensão do modelo educativo proposto por Carl Rogers. Revista de estudos rogerianos A pessoa como centro. Lisboa, nº 5, primavera-verão, 2000.

CARVALHO, D. F. O discurso da auto-ajuda: Um estudo psicanalítico. Dissertação de Mestrado. Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, 2006.

DE CASTRO, M.; DE ROSE. J. C. A ética skinneriana e a tensão entre descrição e descrição no behaviorismo radical. Santo André: ESETec, 2008, 1a ed., 131 p.

IÑIGUEZ, L. (org.). Manual de análise de discurso em ciências sociais. Vozes: Petrópolis, 2005, 309 p.

NEDER, H. Édipo e Nasrudin. Folha de São Paulo, São Paulo, 17 jul. 2006.


Sexta-feira, Setembro 19, 2008

19 de Setembro de 2008

Aniversário de 1 ano de formatura em Psicologia pela Universidade Estadual do Piauí

Quinta-feira, Julho 24, 2008

Melhores cursos, palestra e mesas redondas do XVII Encontro Brasileiro de Psicoterapia e Medicina Comportamental

1. Políticas Públicas: Contribuições da Análise do Comportamento

2. Análise do Comportamento em Instituições de Saúde: teoria e aplicação

3. Análise do Comportamento e Cultura

4. Análise de Contingências em Programação de Ensino

5. Psicologia Forense: uma abordagem analítico-comportamental da transgressão.

6. Comportamento e Sensibilidade: Vida, Prazer e Ética

7. Comportamento do Consumidor e Padrões de Escolha entre Produtos e Marcas

8. A contribuição da neuroanatomofisiologia para o estudo do comportamento

9. Dependência de Internet: Conceitualização e Tratamento

10. Pragmatismo, Pluralismo e Análise do Comportamento

11. Inserção e manutenção da Análise do Comportamento no Nordeste: O papel das Ligas Acadêmicas.

12. Educação em Saúde: conceitos e métodos para a pesquisa comportamental da avaliação e difusão de programas

13. Agências de Controle: o que aprendemos com elas?

14. Psicologia do esporte: o trabalho com modalidades individuais e coletivas a partir de relatos de atletas

15. Reflexões sobre seleção cultural no filme Tropa de Elite: Uma análise da polícia carioca.

16. Das formas de conhecimento em B. F. Skinner

17. Análise do Comportamento e Música: Letras e Conceitos.

18. Como um Analista do Comportamento pode potencializar o aprendizado formal dentro e fora da escola?

19. Dengue e práticas culturais

20. Contribuições do Analista do Comportamento em diferentes contextos

21. Comportamentos profissionais dos Psicólogos e Diretrizes Circulares: contribuições da Análise do Comportamento

22. Experimentos e quase-experimentos sobre cultura: Metodologia e resultados empíricos

23. Teoria do Sujeito na Análise do Comportamento

24. Determinismo, Probabilidade e Comportamento

25. Contribuições de pesquisas básica, aplicada e conceitual para o estabelecimento de comportamentos humanos complexos

26. Comportamento Social e Seleção Cultural: Discussões Metodológicas no Estudo Experimental de Metacontingências

27. Prática Avaliativa e Aprendizagem: formação ou coerção?

28. Metacontingências, Macrocontingências e Comportamento Verbal

29. Contribuições da Análise experimental do comportamento para a "Formação" Profissional de psicólogos: das diretrizes curriculares aos Projetos de curso.

30. Intersecção entre Prestação de Serviço e Pesquisa na Análise do Comportamento

31. O Modelo de Ciência e a Ética no Behaviorismo Radical: Críticas e Controvérsias.

32. Atuação do Psicólogo na Saúde da Família: Relato de uma Experiência com um Grupo de Apoio para Mulheres

33. Comportamento Social e Seleção Cultural: Discussões Metodológicas no Estudo Experimental de Metacontingências.

34. Contribuições da Economia Comportamental à Análise do Comportamento do Consumidor

35. Comportamento e Seleção

36. Comportamento e Arte: Análise de produção de Comportamento Criativo

37. As Possíveis relações entre Teoria dos Jogos e Análise do Comportamento, utilizando como modelo o Dilema do Prisioneiro

38. A utilização de software educativo para avaliação e ensino de leitura

39. Antropologia Comportamental

40. Análises de Práticas Culturais na família, no sistema de saúde e em microssociedades no laboratório

41. Pesquisa histórica e pesquisa aplicada em análise do comportamento na área de Educação no Brasil

42. Psicopatologia e história em quadrinhos brasileiras

43. Contingências presentes na situação de realização da Tarefa de Casa

44. Os novos campos de atuação para o analista do comportamento a partir da promulgação da Lei Maria da Penha

45. A prática da Análise Funcional no contexto hospitalar

46. Habilidades Matemáticas e Tecnologias de Controle de Estímulos: Avanços Recentes

47. Escolha, Preferência e Contingências em vigor na Tomada de Decisão

48. Ampliando a compreensão sobre o consumo e suas conseqüências para o meio ambiente.

49. Os três níveis de variação e seleção do comportamento e a prática clínica Analítico-Comportamental: alguns exemplos de atuação

50. A proposta da Análise do Comportamento para intervenções em contextos organizacionais.

Domingo, Julho 20, 2008

A diferença entre a Psicologia Comportamental e a Análise do Comportamento

O Conceito de Análise do Comportamento